A Copa do Mundo resistiu, mas se apaixonou por Messi
Messi marcou três vezes na estreia da Argentina contra a Argélia e igualou o recorde de Miroslav Klose de maior artilheiro da histórias das Copas do Mundo masculinas
Newsletter Meiocampo #154 — 17 de junho de 2026
Foi o dia dos craques. O sétimo pacote de jogos da Copa do Mundo de 2026 reservou um desfile de atuações e marcas individuais de alguns dos maiores nomes do momento, desde Kylian Mbappé decidindo contra Senegal até a noite histórica de Lionel Messi, passando pela estreia de Erling Haaland na competição. Também passamos por uma troca de técnicos depois de apenas uma rodada, como se o Brasileirão ainda estivesse em andamento, a situação do gramado do palco da final da Copa do Mundo e a recorrente questão da imigração.
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A Copa do Mundo resistiu, mas se apaixonou por Messi
Por Bruno Bonsanti
A Copa do Mundo do Catar foi tratada como a última chance de Lionel Messi ou, como o documentário de Michael Jordan havia acabado de ser lançado, e nós da imprensa nem sempre brilhamos pela criatividade, a sua última dança. Ele dava sinais e, embora a longevidade no esporte seja diferente hoje em dia, nunca se sabe o que acontecerá com um jogador que na época tinha 34 anos. Poderia sofrer uma lesão séria, se aposentar ou simplesmente não conseguir mais atuar em um nível compatível com uma candidata ao título.
Esse contexto torna o que vimos ainda mais especial porque ninguém tinha certeza se aconteceria novamente.
Se haveria outro show de Lionel Messi na Copa do Mundo.





