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A Copa dos artilheiros

Messi e Mbappé estão reescrevendo a história da Copa do Mundo na América do Norte, escoltados por um Erling Haaland que abriu a sua contagem com tudo

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Bruno Bonsanti e Felipe Lobo
jun 23, 2026
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Newsletter Meiocampo #160 — 23 de junho de 2026

O recorde de gols em Copas do Mundo mudou de dono nesta Copa, de forma relativamente esperada, mas a velocidade que isso está acontecendo, e durante a competição, é espetacular. Lionel Messi, Kylian Mbappé e Erling Haaland estão fazendo uma Copa de encher os olhos. E a briga está longe de estar definida. Para esta Copa e para as próximas. É disto que falamos no texto desta edição, além de comentarmos sobre os outros jogos da Copa, como Argélia e Jordânia - que testou a nossa paixão por este torneio.

Vale lembrar: as edições de terça-feira e eventuais extras são exclusivas para assinantes. Às sextas-feiras, continua o conteúdo gratuito aberto ao público. Nesta Copa do Mundo, o Boletim da Copa chega após todos os dias de jogos. Sugestões, críticas, elogios, quer só mandar um abraço: contato@meiocampo.net.


A Copa dos artilheiros

Por Bruno Bonsanti

Quando Kylian Mbappé marcou o seu segundo gol contra o Iraque, com mais de 30 minutos de partida pela frente, editores de esportes ao redor do mundo, que haviam instruído seus repórteres a preparar matérias especiais e colocado a foto de Lionel Messi em todo lugar, imediatamente gritaram “pera aí!”.

Algumas horas antes, Messi havia marcado duas vezes contra a Áustria e superado tanto o recorde de gols de Miroslav Klose (16) em Copas do Mundo masculinas quanto o de Marta (17), contando as femininas. Mbappé chegava a 16 e, contra um adversário fraco, não era impossível que o reinado de Messi tivesse vida curta.

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