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A queda de Xabi Alonso no Real Madrid: por que vencer não bastou

A história de Xabi Alonso no Santiago Bernabéu foi como assistir a um acidente em câmera lenta. E mais: o conto de fadas do Macclesfield e a estreia com estrela de Endrick no Lyon

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Felipe Lobo e Bruno Bonsanti
jan 13, 2026
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Newsletter Meiocampo #107 — 13 de janeiro de 2026

Na última edição do nosso podcast (link abaixo), Bruno Bonsanti definiu a demissão de Xabi Alonso como um acidente em câmera lenta. Há meses víamos os sinais e, bom, aconteceu. Trazemos uma análise sobre os porquês dessa queda e quem são os responsáveis.

No nosso Giro, passamos pela estreia marcante de Endrick no Lyon — com gol e boa atuação —, as semifinais da Copa Africana de Nações e o conto de fadas do Macclesfield. O time da sexta divisão viveu uma história incrível ao eliminar o Crystal Palace da FA Cup.

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O técnico (talvez) certo no lugar errado

Por Bruno Bonsanti

Xabi Alonso no Real Madrid: passagem mais rápida do que o sonhado (reprodução)

Sempre me chamou a atenção que, em meio a uma sequência de vitórias, havia reportagens demais sobre a insatisfação do vestiário do Real Madrid com os métodos de Xabi Alonso. Esse tipo de informação não simplesmente surge, nem é resultado de um jornalista passando noites em claro estudando documentos. Alguém queria deixar claro que, apesar dos bons resultados, o trabalho dele estava em xeque.

Xabi Alonso é um personagem respeitado do futebol. Teve uma carreira brilhante como jogador e chegou ao Santiago Bernabéu com os créditos de uma passagem quase perfeita pelo Bayer Leverkusen. E tinha história no clube. Foi titular em La Décima. A situação devia estar realmente feia para que sua filosofia de trabalho fosse contestada com tanta frequência, contundência e rapidez, mesmo com dez vitórias nas 11 primeiras rodadas de La Liga.

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