As histórias para acompanhar na final da Champions League
Separamos oito histórias para você acompanhar neste sábado, quando Arsenal e PSG se enfrentam em Budapeste
Newsletter Meiocampo #145 — 29 de maio de 2026
A final da Champions League é sempre um momento marcante da temporada europeia e o duelo entre PSG e Arsenal, neste sábado, tem várias boas histórias. Separamos oito delas para você se preparar para este duelo. Dos técnicos aos jogadores que podem brilhar, um guia para você aproveitar. Passamos também por alguns destaques do mercado internacional no nosso já tradicional giro.
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Oito histórias para acompanhar na final da Champions League
Por Bruno Bonsanti
Entre o primeiro título da história do Arsenal ou um raro bicampeonato, alguém fará história em Budapeste neste sábado. O futebol europeu chegará ao seu jogo mais importante, que pode representar a consagração final de Luis Enrique ou um ponto da exclamação na resposta de Mikel Arteta aos críticos, entre outros enredos e sub-enredos que exploramos abaixo. Lembrando que o horário mudou: a partida começa às 13h (Brasília), não mais às 16h (transmissão no SBT, TNT e HBO Max).
Imagina perder a final da Champions League por causa disso?
Luis Enrique será tri?
Luis Enrique tem uma excelente carreira e, mesmo assim, começou a ser adequadamente valorizado apenas depois do título europeu com o PSG. Os seus outros dois trabalhos de destaque vinham com ponderações: ganhou a Tríplice Coroa com Messi e o futebol de seleções nem sempre é régua. A curiosidade era se conseguiria replicar o sucesso em um ambiente mais desconfortável do que o Barcelona, no qual tinha crédito pela passagem como jogador.
Talvez ele próprio estivesse determinado a se testar porque escolheu exatamente o ambiente mais desconfortável possível. De cara, teve que lidar com a situação de Kylian Mbappé, que estava de saída para o Real Madrid e, ao dizer que seu time seria melhor sem o craque, se colocou na berlinda: se estivesse errado, a declaração o perseguiria para sempre. Ele não estava errado.
O grande mérito de Luis Enrique foi chegar a um clube famoso pela disfunção, uma colcha de retalho de estrelas que raramente dialogavam entre si, e transformá-lo em um monumento ao jogo coletivo, cujo principal rosto é o dele próprio. Um trabalho autoral que o colocou na primeira prateleira dos treinadores do planeta e pode colocá-lo também entre os maiores da história.
Ele já tem algumas estatísticas interessantes. Tornou-se, por exemplo, o técnico a acumular 50 vitórias na Champions League em menos partidas - 77 versus 80 de Guardiola. O seu aproveitamento de 64% é o melhor entre todos os treinadores que comandaram pelo menos 50 jogos na história da Champions League.
O título em Budapeste o colocaria no seleto grupo de homens que conquistaram a competição pelo menos três vezes: Carlo Ancelotti, Bob Paisley, Zinedine Zidane e Pep Guardiola. Nada mal como companhia.
Invencíveis - Parte 02
Como tem uma chance muito pequena de ser campeão com uma derrota no sábado, o Arsenal pode acrescentar mais um esquadrão imbatível à sua história, como os Invencíveis de Wenger.
Não exatamente como os Invencíveis de Wenger porque o feito é bem menos raro na Copa dos Campeões ou na Champions League. Aconteceu 16 vezes em 70 edições e, na era dos Superclubes, tem sido meio carne de vaca. Houve três nos nos seis anos anteriores - Bayern de Munique em 2019/20 (que aproveitou a excepcionalidade da pandemia para ser campeão com 11 vitórias em 11 jogos), Manchester City em 2022/23 e Real Madrid em 2023/24.
O curioso é que, embora na época pré-Champions League o campeão disputasse menos partidas, o que tornaria o feito teoricamente mais fácil, há mais campeões invictos depois da modernização do que antes: 9 a 7. Esse detalhe torna o caso do Arsenal especial porque, com a ampliação do torneio, ele seria o campeão invicto com mais partidas disputadas (15).
Era Copa dos Campeões
1963/64: Inter de Milão – 9J, 7V, 2E
1971/72: Ajax – 9J, 7V, 2E
1978/79: Nottingham Forest – 9J, 6V, 3E
1980/81: Liverpool – 9J, 6V, 3E
1983/84: Liverpool – 97, 7V, 2E
1988/89: Milan – 9J, 5V, 4E
1990/91: Estrela Vermelha – 9J, 5V, 43
Era Champions League
1992/93: Olympique Marseille – 11J, 7V, 4E
1993/94: Milan – 12J, 7V, 5E
1994/95: Ajax – 11J, 7V, 4E
1998/99: Manchester United – 13J, 6V, 7E
2005/06: Barcelona – 13J, 9V, 4E
2007/08: Manchester United – 13J, 9V, 4E
2019/20: Bayern de Munique – 11J, 11V
2022/23: Manchester City – 13J, 8V, 5E
2023/24: Real Madrid – 13J, 9V, 4E
Um raro bicampeão
O PSG pode se tornar apenas o segundo time da era Champions League a conseguir um bicampeonato consecutivo. Não é difícil adivinhar o outro.
O engraçado é que esse feito foi muito mais frequente antes da modernização da competição. Na verdade, quase exclusivo: oito das nove vezes em que um clube foi campeão pelo menos duas vezes seguidas aconteceram antes de 1992. O Real Madrid de Zinedine Zidane é a única exceção na era Champions League.
E eu não sei por quê? O futebol europeu era muito mais equilibrado na época em que tivemos a maioria das dinastias. E foram todos times históricos, daqueles que ganham alcunhas, como o Ajax de Johan Cruyff ou a Inter de Helenio Herrera.
Real Madrid (5) - 1956, 1957, 1958, 1959, 1960
Benfica (2) - 1961, 1962
Inter de Milão (2) - 1964, 1965
Ajax (3) - 1971, 1972, 1973
Bayern de Munique (3) - 1974, 1975, 1976
Liverpool (2) - 1977, 1978
Nottingham Forest (2) - 1979, 1980
Milan (2) - 1989, 1990
Real Madrid (3) - 2016, 2017, 2018
A última resposta de Arteta
O pior quando um técnico encerra um ciclo longo, como o de Arsène Wenger no Arsenal, é a incerteza. Para o bem ou para o mal, o torcedor sabia quem estava treinando o time. O que esperar, o que não esperar, do que reclamar, o pior que pode acontecer e, infelizmente, às vezes o melhor que pode acontecer. Foi o começo de uma ponte para o desconhecido e pode demorar anos para o destino ficar claro. O do Manchester United, por exemplo, ainda não está.
Não sei quantos apaixonados pelo Arsenal imaginavam que a ponte seria tão curta e terminaria em Mikel Arteta. Como era um mero assistente no Manchester City quando Wenger se foi, provavelmente nenhum. Ele precisou de alguns anos para provar que era a pessoa certa para conduzir o clube, inclusive pelos altos e baixos. O progresso do seu trabalho foi linear e, ao mesmo tempo, nem sempre era evidente que chegaria aonde chegou. O título inglês e a final da Champions League são os prêmios da convicção e da continuidade.
Ele está em uma posição difícil de avaliar no momento. Parece ter tantos admiradores quanto detratores que odeiam os meios que encontrou para conquistar a Premier League. Um caso raro de treinador que às vezes parece mais questionado pela temporada em que teve sucesso do que pelas em que bateu na trave. Não por todos, talvez nem por muitos. As redes sociais enganam. Mas não tem muito o que ele pode fazer agora. Não colocará seu time para jogar de uma maneira totalmente diferente no último e maior jogo da temporada.
A única resposta que ele pode dar é mais um título. O treinador que quebrou o jejum de 22 anos do Arsenal entra na história de qualquer maneira. Imagina se, ao mesmo tempo, alcançar o que nem Arsène Wenger alcançou.
O próximo Bola de Ouro?
Uma diferença fundamental entre antes e agora é que o PSG costumava contratar estrelas e ver se dava para encaixá-las (não deu) e o atual as forma. Ninguém, em um milhão de anos, imaginaria que Ousmane Dembélé seria um concorrente sério à Bola de Ouro, muito menos que a conquistaria, quando ele foi contratado após um passagem cheia de lesões e problemas físicos pelo Barcelona.
A Tríplice Coroa do PSG foi tão coletiva que era perfeitamente razoável defender que os prêmios individuais fossem entregues a representantes de outros clubes, como Raphinha e Lamine Yamal. Mas no fim, o colégio eleitoral, seja da Bola de Ouro ou da Fifa, sempre faz a mesma coisa: quem é o melhor jogador do campeão europeu? Ou da Copa do Mundo em ano de Copa do Mundo. Nem com esse critério havia unanimidade. Dava para escolher Vitinha também.
Desta vez, embora o nível coletivo não tenha caído, a situação parece diferente porque Kvaratskhelia pinta claramente como o craque da campanha. Ele tem 16 participações diretas em gols (10G, 6A), dez apenas no mata-mata. Arrebentar também na decisão talvez não seja suficiente porque a sua Geórgia não estará na América do Norte. Mas sei lá, talvez se arrebentar muito.
Ataque contra defesa
Será muito difícil encontrar outra final com um cenário tão claro de ataque contra defesa. Não que o PSG não saiba defender, como demonstrou no jogo de volta com o Bayern de Munique, ou que o Arsenal não saiba atacar, como demonstrou… não estou lembrando, mas com certeza já demonstrou.
Brincadeiras à parte, é inegável que as duas equipes apresentam pontos fortes distintos. Podemos recorrer aos nossos olhos ou aos números. O PSG marcou 44 gols na Champions League e precisa de apenas mais um para igualar o ataque mais produtivo da história da era moderna da competição - Barcelona 1999/00.
O Arsenal concedeu apenas seis gols em 14 partidas e ainda não foi vazado em jogadas de bola rolando no mata-mata. Mal foi vazado de qualquer maneira: levou um gol do Bayer Leverkusen e um gol do Atlético de Madrid. David Raya pode se tornar o goleiro com mais jogos mantendo sua meta intacta, o famoso clean sheet, em uma única temporada de Champions League. Está com nove.
O capitão de um título europeu?
Não sei se dá para chamar a contratação de Martin Odegaard de um divisor de águas na história do Arsenal, mas a sua chegada por empréstimo no inverno europeu de 2021 elevou o patamar técnico. Principalmente na reta final da Premier League, quando cinco vitórias seguidas quase o colocaram em competições europeias, apesar de períodos de dificuldade ao longo da campanha.
O encaixe foi tão bom que convenceu Odegaard a abandonar o sonho de se tornar titular do Real Madrid, no qual estava desde a adolescência. Essa se tornou uma missão impossível. Nenhum empréstimo, nem mesmo dentro da própria La Liga com a Real Sociedad, parecia o bastante. A decisão acabou sendo corretíssima. Abandonou essa dúvida pela certeza do Arsenal e é irônico que tenha precisado sair do maior campeão europeu para ter a chance de conquistar o título europeu.
A posição de referência técnica de Odegaard não está inabalável. Continua sendo, principalmente no meio-campo, mas só quando joga. A sua minutagem na Premier League caiu nos últimos dois anos e foi titular em apenas quatro partidas nesta campanha da Champions League. Ele começou a se machucar, certamente um fator, mas a questão é quando/se parar de fazê-lo, qual papel encontrará em um time que se encaminhou para um estilo de jogo mais físico e menos refinado.
Uma questão para outro momento. Martin Odegaard, o garoto de ouro, o primeiro wonderkid da vida real, pode ser o capitão de um título europeu. As pessoas não costumam esquecer os capitães de títulos europeus.
O decano de 32 anos
Marquinhos fez parte de todos os fracassos do PSG na Europa durante a década anterior. É o tipo de experiência que tenta passar para os seus companheiros como decano do elenco. Mesmo com apenas 32 anos, longe de muito para um atleta profissional hoje em dia, é o jogador mais velho do PSG.
O capitão é a única pessoa que defendeu os parisienses tanto na final de 2020 contra o Bayern de Munique, a primeira da história do clube, quanto na da temporada passada diante da Inter de Milão. Não sei se era esse o plano, mas, contratado em 2013, perdurou por tempo o suficiente até a chegada de um projeto esportivo verdadeiramente competente.
E como o PSG disputou a Champions todos os anos nesse período, teve a chance de bater um recorde: é o brasileiro com mais partidas na história da competição (121), uma à frente de Roberto Carlos (120). Será difícil superá-lo porque todos os outros brasileiros que passaram da marca centenária - Daniel Alves (111), Thiago Silva (105), Fernandinho (103) e Marcelo (102) - estão aposentados ou quase.
Paralelos com 2006
Um dos principais pontos de discussão enquanto o Arsenal cobrava escanteios para ser campeão inglês foi sobre o quanto este time se afastou dos ideais de Arsène Wenger, famoso pela proposta ofensiva de excelência técnica e muitas vezes esteticamente agradável. Essa era a a marca de Wenger mais para o fim da sua carreira. Os Invencíveis, por exemplo, eram altos para caramba e, na outra vez que o Arsenal chegou à final da Champions, também foi com uma forte defesa.
O paralelo é até assustador de tão preciso. O Arsenal passou tanto pelo Real Madrid nas oitavas de final quanto pelo Villarreal nas semifinais com 1 a 0 no placar agregado. Entre esses confrontos, um festival de gols: 2 a 0 sobre a Juventus. A primeira bola que entrou na rede dos ingleses - eu ia falar de Jens Lehmann, mas ele já estava expulso - foi o gol de Samuel Eto’o aos 31 minutos do segundo tempo da decisão. Infelizmente para eles, depois saiu outro.
Uma diferença fundamental é que aquele era um time que chegava ao fim. O auge havia sido dois anos antes, ao conquistar a Premier League sem nenhuma derrota. Havia cinco jogadores com 30 anos ou mais com participações relevantes e várias referências estavam prestes a ir embora ou se aposentar. O titular mais velho de Mikel Arteta é David Raya (30), o que nem importa tanto para a posição. Os únicos com idade mais avançada são o reserva Christian Norgaard (32) e o semi-titular Leandro Trossard (31). Não há tantos moleques também, mas este não é o ponto final de uma história, independente do que acontecer em Budapeste.
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PODCAST MEIOCAMPO #234
PSG e Arsenal jogam neste sábado pelo título da Champions League, que fecha a temporada na Europa. enquanto os franceses buscam manter a taça em Paris, depois da inédita conquista em 2025, os Gunners querem levar para casa pela primeira vez, em uma temporada que já é histórica para o clube e pode se tornar a maior da sua história. Falamos sobre o que esperar desse jogo e o que ele significa. Ainda tem o título do Crystal Palace na Conferece League, na despedida de Oliver Glasner.
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GIRO
Por Felipe Lobo
- Depois da saída de Antonio Conte, Massimiliano Allegri deve ser o novo técnico do Napoli. O nome do treinador era cogitado há algum tempo, mas o interesse por Vincenzo Italiano parecia ter tomado à frente. Só que de acordo com Gianluca di Marzio, as negociações aceleraram por Allegri, que chegou a um acordo verbal com o treinador, recém-demitido do Milan. Os dois últimos trabalhos do treinador são decepcionantes, na Juventus e no Milan. Apesar disso, a direção do Napoli avaliou múltiplos candidatos, mas a experiência, títulos e habilidade de gerenciar pressão em grandes clubes pesaram. Aos 58 anos, ele deve ser anunciado em breve em Nápoles. A Gazzetta desta sexta já traz até uma possível escalação no 4-3-3 do treinador.
- Depois de marcar 15 gols em 20 jogos, Donyell Malen assinou em definitivo pela Roma até 2030. O atacante estava emprestado pelo Aston Villa, clube pelo qual teve uma passagem bem pouco produtiva. Aos 27 anos, Malen se encontrou no clube. Se contar só a Serie A, foram 14 gols em 18 jogos, o que ajudou a Roma a conquistar a vaga na Champions League. A Roma o contratou em definitivo por € 25 milhões, como estava estabelecido na cláusula do seu empréstimo. O que, considerando o seu rendimento em campo, é um excelente negócio.
- Ibrahima Konaté deixará o Liverpool com o fim do seu contrato, após negociações por renovação falharem. Aos 27 anos, o zagueiro foi um destaque da era Jürgen Klopp, mas o clube deixou o contrato do jogador expirar, sem conseguir renovar antes. Houve uma esperança quando, em abril, surgiram relatos, confirmados pela equipe do jogador, que uma renovação de contrato estava em negociação. A renovação, porém, não aconteceu. Embora haja méritos na gestão do clube, deixar o contrato dos jogadores terminarem tem sido algo frequente. Saber a hora de vender jogadores que não querem renovar também é um mérito – um que a direção ainda não aprendeu a fazer. O italiano Giovani Leoni já tinha sido contratado na temporada passada, mas teve uma lesão grave que o afastou por toda a temporada, e o francês Jeremy Jacquet, do Rennes, foi contratado e chega para a próxima temporada como opções de reposição.
- Para a surpresa de ninguém, Lionel Messi está na convocação final da Argentina para a Copa do Mundo. Aos 38 anos, o craque comandará a albiceleste na tentativa de defender o título e disputará a sua sexta Copa do Mundo. Jogou todas desde 2006, quando estreou fazendo gol. O maior craque da geração terá ao seu lado José Manuel “Flaco” López, do Palmeiras, o único jogador que atua no Brasil a ser convocado pela campeã do mundo. O time que mais cedeu jogadores foi o Atlético de Madrid, do também argentino técnico Diego Simeone, com seis jogadores. Veja a lista:
Goleiros: Emiliano Martinez (Aston Villa), Geronimo Rulli (Olympique de Marseille), Juan Musso (Atletico de Madrid)
Defensores: Gonzalo Montiel (River Plate), Nahuel Molina (Atletico de Madrid), Lisandro Martinez (Manchester United), Nicolas Otamendi (Benfica), Leonardo Balerdi (Olympique de Marseille), Cristian Romero (Tottenham), Facundo Medina (Olympique de Marseille), Nicolas Tagliafico (Lyon)
Meio-campo: Leandro Paredes (Boca Juniors), Rodrigo de Paul (Inter Miami), Exequiel Palacios (Bayer Leverkusen), Enzo Fernandez (Chelsea), Alex Mac Allister (Liverpool), Giovani Lo Celso (Betis), Valentin Barco (Strasbourg)
Atacantes: Lionel Messi (Inter Miami), Nicolas Paz (Como), Thiago Almada (Atletico de Madrid), Giuliano Simeone (Atletico de Madrid), Lautaro Martinez (Internazionale), Jose Manuel Lopez (Palmeiras), Julian Alvarez (Atletico de Madrid), Nico Gonzalez (Atletico de Madrid)
- Ninguém sabe como o Barcelona tem dinheiro, mas o clube já tem acordo por Anthony Gordon e negocia com Julian Álvarez. Nesta semana, os catalães chegaram a um acordo com o Newcastle pela contratação de Gordon por algo em torno de € 80 milhões, segundo The Athletic. Agora, o alvo do time do Camp Nou é a chegada de Julian Álvarez com uma proposta de € 100 milhões. Como essas operações se tornarão possíveis ainda é uma dúvida, ainda que a saída de Robert Lewandowski, que tem um salário significativo, tenha um impacto nos limites que o Barcelona pode gastar. Mas é bom Marcus Rashford, que fez boa temporada pelo clube, começar a procurar um lugar para jogar, porque a chegada de Gordon é um indicativo que ele não deve ficar na Catalunha.
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A Newsletter Meiocampo conta com duas edições fixas semanais: às terças, exclusiva para assinantes, e às sextas, gratuita para o público em geral. Ocasionalmente, nossos assinantes também ganharão textos extras. Na terça-feira, falamos sobre despedidas de Pep Guardiola e Mohamed Salah, que vira uma página do futebol inglês. Isso além das crises do Milan e Juventus, que ajudam a explicar a crise no futebol italiano.
Bom fim de semana!










