Mbappé na Libertadores
O Paraguai adotou a milenar estratégia de não deixar a França jogar e... olha, quase deu certo
Newsletter Meiocampo #172 — 4 de julho de 2026
Foi tarde de Libertadores sob um calor escaldante na Filadélfia. O Paraguai fechou todo, bateu em todo mundo e tentou frustrar a principal favorita ao título da Copa do Mundo. E sinceramente, quase conseguiu. Algumas horas antes, Marrocos, quase sem alarde, se tornava a primeira seleção africana a chegar às quartas de final pela segunda vez consecutiva.
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Mbappé na Libertadores
Por Bruno Bonsanti
Existe uma velha discussão no futebol: o quanto é válido se concentrar exclusivamente em se defender, abdicar do ímpeto ofensivo com exceção de raros contra-ataques e escanteios, e até usar todas as artimanhas possíveis para tentar reduzir a distância para um time mais qualificado? A Copa do Mundo é um terreno fértil para ela porque invariavelmente coloca nações pequenas frente a frente com as grandes potências. Uma das maiores magias que consegue produzir é quando 11 jogadores amplamente desconhecidos conseguem frustrar um adversário repleto de estrelas, como tivemos algumas vezes na edição deste ano na América do Norte.





