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O Brasil tem uma cara. A Itália, não

Um Brasil que aposta no contra-ataque e uma Itália que há oito anos não sabe no que apostar

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Felipe Lobo e Bruno Bonsanti
abr 01, 2026
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Newsletter Meiocampo #129 — 1º de abril de 2026

A nossa edição usualmente às terças chega um dia depois, na quarta, mas por um motivo nobre: falarmos sobre o jogo do Brasil, com balanço sobre essa data Fifa, e também sobre os classificados para a Copa do Mundo — o que não inclui a Itália, fora pela terceira Copa consecutiva. Até por isso, esta edição é especial: traz um texto sobre o Brasil e outro sobre a Itália, além do nosso tradicional giro. Aproveite!

Vale lembrar: as edições de terça-feira e eventuais extras são exclusivas para assinantes. Às sextas-feiras, continua o conteúdo gratuito aberto ao público. Sugestões, críticas, elogios, quer só mandar um abraço: contato@meiocampo.net.


O Brasil tem uma cara, mesmo que nem todo mundo goste dela

Por Bruno Bonsanti

Ancelotti conversa com Rayan, Kaiki e Endrick (Rafael Ribeiro / CBF)

Carlo Ancelotti fez a galera mergulhar na Wikipedia para checar se era correto dizer que ganha a Copa do Mundo quem leva menos gols, não quem marca mais. Na letra da lei, parece que não. Os melhores ataques costumam ser mais bem sucedidos. Mas é uma estatística falha em um torneio em que a quantidade de jogos varia. A Suíça foi eliminada nos pênaltis nas oitavas de final de 2006 sem sofrer nenhum. Oficialmente, a melhor defesa, mas nunca foi candidata ao título. Quem chega mais longe está naturalmente suscetível a sofrer mais gols. E a marcar mais gols.

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