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O triunfo de La Masia

Com o seu craque e o elenco recheado de jogadores formados em casa, o Barcelona achou um caminho — mais por acaso do que por planejamento

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Bruno Bonsanti e Felipe Lobo
mai 12, 2026
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Newsletter Meiocampo #140 — 12 de maio de 2026

O Barcelona é campeão espanhol pelo segundo ano consecutivo e explicamos por que esse título é diferente dos outros — e o que ele diz sobre o clube, sobre La Masia e sobre o rival que olha para o passado em busca de respostas. No Giro, a semana movimentada das ligas europeias, a pré-lista da seleção brasileira e dois veteranos assumindo times improváveis: Dick Advocaat de volta à seleção de Curaçao e Héctor Cúper (sim, aquele) no Universitario.

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O triunfo de La Masia

Por Bruno Bonsanti

Raphinha (esq.) e Lamine Yamal: campeões (reprodução/FC Barcelona)

Nem sempre soubemos como lidar com La Masia. Era tentador, quando o Barcelona tinha Lionel Messi, Xavi, Iniesta e Sergio Busquets, achar que a academia catalã tinha um estoque inesgotável de jogadores deste calibre. E aí veio a geração liderada por… sei lá, Carlos Aleña? Riqui Puig também não foi exatamente um sucesso. A narrativa mudou. La Masia, agora, era uma farsa. E como sempre, a resposta está no meio do caminho. Há safras e safras, mesmo nas melhores categorias de base do mundo, e a mais recente do Barcelona acabou de liderar um bicampeonato espanhol. Tê-lo selado contra o Real Madrid foi um bônus muito bem-vindo.

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