Newsletter Meiocampo #214 — 6 de novembro de 2026
Foi em um dia 6 de novembro, mas de 1986, que Alex Ferguson assumiu o comando do Manchester United. Na edição de hoje, Bruno Bonsanti conta algumas histórias do maior técnico da história dos Red Devils. Além disso, falamos sobre a semana na Champions League, uma história curiosa do pai de Bellingham e um concorrente importante para Gianni Infantino na Fifa.
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Oito histórias sobre Alex Ferguson
Por Bruno Bonsanti
A tragédia do Manchester United é que os únicos dois treinadores que conseguiriam resolver o seu problema, de maneira inequívoca, são ídolos de Manchester City e Liverpool. Nem em um milhão de anos.
Há um terceiro. O problema é que ele tem 84 anos e agora se limita às arquibancadas assistindo, com desespero, ao desmonte do que construiu.
Quarenta anos atrás, em 6 de novembro de 1986, Alex Ferguson deixou o Aberdeen para assumir o Manchester United que, na época, tinha sete títulos ingleses. Quando ele saiu, 27 anos e 1.498 jogos depois, tinha 20.
Ferguson transformou o Manchester United, de um clube grande da Inglaterra a um gigante do mundo. Para comemorar um dos fatos mais consequentes do futebol, eu reproduzo um texto que publiquei na Trivela em dezembro de 2021, quando Fergie completou 80 anos de vida.
“Nenhuma habilidade administrativa”
Grande exemplo de longevidade no cargo de técnico de futebol, teve um dia em que Alex Ferguson foi demitido.
A primeira revolução que ele conduziu foi à frente do St. Mirren, pelo qual conquistou a segunda divisão da Escócia em 1976/77. O sucesso havia chamado a atenção do Aberdeen e, em maio de 1978, ele decidiu que era a hora de ir. Mas não queria rescindir seu contrato unilateralmente. Ciente do que estava acontecendo, o presidente do St. Mirren, Willie Todd, com quem Ferguson nunca se bicou, o convocou para uma reunião e apresentou uma lista de 15 violações de contrato, incluindo coisas pesadas, como irregularidades fiscais e passar dicas de resultados para apostadores.
“As razões para me demitir foram ridículas. Eu não consegui parar de dar risada. Todd estava muito incomodado e pediu para que eu parasse de rir”, contou, em 2003, ao Guardian. Em um texto ao mesmo jornal, o dirigente admitiu que o verdadeiro motivo por trás da demissão era que Ferguson já havia tomado a decisão de ir ao Aberdeen e havia até chamado um jogador para acompanhá-lo, o que seria uma “clara violação de contrato”.
Ferguson foi quem acabou processando o clube por causa da demissão, defendendo-se da lista de acusações, mas os tribunais julgaram a favor do St. Mirren, com um parecer que entrou para a história como uma das coisas mais estúpidas que já foram colocadas no papel: disse que Ferguson “não possuía, nem por experiência e nem por talento, nenhuma habilidade administrativa”. Certo.
O poeta Alex Ferguson
Se tem uma coisa que você não pensa quando olha para Alex Ferguson é em poesia. Ainda assim, foi com um bonito (?) verso que o então técnico do Aberdeen anunciou uma multa a Neale Cooper e John Hewitt, seus jogadores no Aberdeen que, entediados durante uma pré-temporada na Espanha, jogaram uma bola da varanda para descobrir o quão alto ela pularia. Duas coisas deram errado: a bola bateu na borda da piscina, passou por cima da cerca e nunca mais foi vista; e Ferguson estava tomando um solzinho e testemunhou toda a traquinagem. A sanção foi de £ 3 – um valor mais considerável naquela época do que hoje em dia.
Você notará pelo cheque do seu salário
que o multei em três libras
por ter jogado uma bola
do décimo andar para o térreo do Hotel.
Eu sei que você não vai gostar
e provavelmente está irritado
Mas, por favor, não me culpe
A culpa é de quem realizou esse truque
Você já deve ter percebido que estou muito alerta
sobre qualquer um estúpido o bastante para repetir essa história
Então, antes que você decida fazer mais pegadinhas
Na próxima vez, não haverá um cheque no banco para você
Alex Ferguson
Poeta laureado por Govan (distrito de Glasgow)
Em inglês pelo menos rima:
A morte de Jock Stein
Alex Ferguson faz parte de uma linhagem de técnicos escoceses da estirpe de Matt Busby e Bill Shankly. Um dos maiores foi Jock Stein, no comando do primeiro clube britânico a conquistar a Copa dos Campeões, em 1967 pelo Celtic. Quase duas décadas depois, a fase de Stein não era tão boa. Estava sendo criticado como técnico da Escócia e precisava de um empate em Cardiff contra País de Gales, à época com jogadores como Ian Rush e Mark Hughes, para se classificar à Copa do Mundo de 1986.
Estava desfalcado de Kenny Dalglish e Graeme Souness. A missão era difícil. A tensão era tanta que, durante a preparação para o jogo, Stein decidiu parar de tomar remédios para tratar uma insuficiência cardíaca. Não queria que nada influenciasse o seu trabalho. E acabou pagando caro. Aos 43 minutos do segundo tempo, o árbitro apitou uma falta. Confuso, Stein achou que o jogo havia terminado e se dirigiu para cumprimentar o banco galês. Desabou no gramado. Meia hora depois do apito final, morreu por um edema pulmonar causado pela insuficiência cardíaca.
Alex Ferguson era seu auxiliar. “Eu o segurei quando ele começou a cair”, afirmou, ao Daily Mail em 2012. “Os médicos saíram do túnel. Eu o segurei até o levarem para dentro. Quando eu sai para falar com a imprensa, eu vi Graeme Souness, e ele estava chorando. ‘Acho que ele se foi’, disse Graeme. Eu não conseguia acreditar. Quando fizemos fila para o ônibus, havia milhares de pessoas no lado de fora, e o silêncio triste foi inesquecível. A memória é de um silêncio solene. Era como se o rei tivesse morrido. Em termos futebolísticos, o rei havia morrido”.
A partida terminou 1 a 1. Ferguson comandou a Escócia no Mundial de 1986. Caiu na fase de grupos e seguiu para começar a sua história no Manchester United.
1/1.498
Toda grande jornada começa com o primeiro passo. E até mesmo quem comandou quase 1.500 jogos, um dia comandou apenas um. No caso de Ferguson, a primeira impressão não foi a que ficou. Com a moral de ter conquistado o Campeonato Escocês e a Recopa Europeia pelo Aberdeen, além da experiência com a seleção escocesa, Ferguson foi contratado pelo Manchester United para o lugar de Ron Atkinson, que não havia resgatado as glórias da era de Matt Busby, mas pelo menos conquistara duas vezes a Copa da Inglaterra, o que o tornava o técnico mais bem sucedido do clube em 15 anos. A ideia com Ferguson era apostar em um jovem treinador com mentalidade vencedora para tentar superar o quase que se tornou uma marca do trabalho do seu antecessor.
Ferguson chegou em novembro e estreou contra o Oxford United, fora de casa. Àquela altura, os Red Devils tinham apenas três vitórias em 13 rodadas do Campeonato Inglês. A derrota por 2 a 0 os levou à 20ª posição, dentro da zona de rebaixamento. O United ainda empataria com o Norwich antes de Ferguson vencer pela primeira vez, contra o Queens Park Rangers, por 1 a 0, em 22 de novembro, e começar uma recuperação que terminaria em uma aceitável 11ª posição.
Depois, vieram 1.495 outros jogos.
Fergie Time
Quando o Manchester United de Alex Ferguson chegava ao fim de um jogo perdendo ou empatando, os árbitros tinham uma tendência a dar alguns minutinhos a mais de acréscimo. O famoso “até empatar”. Claro que há um componente de lenda nessa história, mas toda lenda tem uma origem. A do Fergie Time é creditada a um jogo contra o Sheffield Wednesday, em abril de 1993, na campanha da primeira Premier League – e do primeiro título inglês de Ferguson.
O United perdia até os 41 minutos do segundo tempo quando Steve Bruce empatou. Foram dados sete minutos de acréscimo e, no sexto, Bruce marcou novamente para garantir a vitória. Foi a segunda de uma sequência de sete para terminar o campeonato em primeiro lugar com dez pontos de vantagem para o Aston Villa de Roy Atkinson. Talvez não tenha feito tanta diferença para o título, mas está na gênese de uma das marcas da passagem de Ferguson pelo clube.
A propósito, em 2012, a BBC investigou o caso. Ao longo de 20 anos de Premier League, não houve muita consistência no tempo de acréscimo dado aos jogos do Manchester United. Em algumas temporadas, ele ganhava mais que os outros, em outras, menos. No entanto, em um recorte de três anos pouco antes da aposentadoria de Ferguson, o United costumava ter cerca de um minuto a mais de tempo extra quando estava perdendo do que quando estava ganhando. Uma estatística entrevistada pela reportagem, porém, notou que essa diferença não era verdade apenas aos Red Devils, mas a todos os times “fortes”.
O último moicano
David Beckham tem Alex Ferguson como uma figura paterna. Foi o treinador que o promoveu no Manchester United e sob o qual se transformou em astro. Mas, em certo momento, o status de celebridade passou a pelo menos dividir a sua atenção com o futebol, o que incomodava o escocês. Em sua autobiografia, ele escreveu que Beckham nunca mais atingiu o patamar de um jogador de altíssimo nível depois que passou a se preocupar mais com a fama do que com a bola.
Uma das histórias mais famosas entre os dois é a de uma bronca depois de uma derrota por 2 a 0 para o Arsenal pela Copa da Inglaterra em que Ferguson inadvertidamente deu um pontapé em uma chuteira que acertou Beckham na sobrancelha.
Outra mais engraçada é quando Beckham tentou jogar a Supercopa de 2000 em Wembley com um moicano:
“Antes do Charity Shield de 2000 em Wembley, contra o Chelsea, eu decidi mudar meu cabelo. Fiz um moicano, que eu sabia que não seria do gosto dele. No fim, eu estava com muito medo de deixar que ele o visse, então no dia anterior ao jogo eu fui ao treino usando um gorro, treinei de gorro, voltei ao hotel de gorro e o mantive durante o jantar e no café da manhã no dia seguinte. Eu ainda o estava usando quando pegamos o ônibus para Wembley. Claro que o momento estava chegando quando eu revelaria meu novo corte de cabelo no vestiário, o que eu sabia que o deixaria frenético. E é claro, segundos depois de eu revelar o corte de cabelo, ele gritou comigo: ‘Raspa isso daí’. Eu achei que ele estava brincando. ‘Não, estou falando sério, vai lá e raspa isso daí’. Então eu fui tentar achar um par de tesouras e, pouco antes de irmos ao aquecimento, eu estava no túnel de Wembley raspando meu moicano”.
Um escocês treinando a Inglaterra?
Encontrar o treinador certo para a seleção inglesa sempre foi um desafio. Para qualquer um. Até Ethan Hunt provavelmente diria “é, essa acho que não dá”. Como melhor técnico do país, Ferguson seria um candidato natural. Mas, primeiro, ele teria que abrir mão do Manchester United. Segundo, ele nunca mais poderia voltar para a Escócia.
“O cargo de treinador da Inglaterra me foi oferecido em duas ocasiões. Adam Crozier, diretor executivo da FA entre 2000 e 2002, veio me ver antes de Eriksson ser escolhido em 2001. A primeira vez foi antes disso, quando Martin Edwards era presidente, na época em que Kevin Keegan assumiu o comando, em 1999. De jeito algum eu poderia aceitar o cargo da Inglaterra. Você consegue me imaginar fazendo isso? Um escocês?”, escreveu Fergie em sua autobiografia.
Quando Ferguson deu autógrafos por 45 minutos
É Patrice Evra quem conta. O Manchester United estava em pré-temporada, aquele desânimo, cansado. Após uma partida, os jogadores foram ao ônibus e havia muitos torcedores esperando. Tentaram evitar o contato e foram direto para as poltronas, mas aí olharam pela janela e…
“Os jogadores estavam pensando: ‘Se ninguém der autógrafos, os outros não precisam dar’. Então fomos direto para o ônibus. Aí, olho pela janela, e vejo Sir Alex Ferguson dando autógrafos para cada um. Juro, ele deve ter dado autógrafo por uns 45 minutos, para todo mundo. Eu disse: ‘Pessoal, quando o chefe entrar no ônibus, estamos perdidos’”.
Yeap.
“Quem diabos vocês pensam que são? Essas pessoas estão pagando o seu salário. Essas pessoas estão vindo para ver vocês. Agora vão lá e deem autógrafos, porra”, esbravejou Ferguson, segundo Evra. “E então nós tivemos que dar autógrafo para cada um dos torcedores. Mas essa é a mentalidade (certa)”.
PODCAST MEIOCAMPO #278
O Como fez 9 em Lens e o PSG fez quatro em 17 minutos em Villarreal. Na rodada mais elástica da temporada, Lobo e Bonsanti discutem o que aconteceu em campo na quarta rodada da Champions.
Giro
Por Bruno Bonsanti e Felipe Lobo
- Não foi normal o que aconteceu em Lens. Apenas um outro time havia marcado nove gols em um mesmo jogo da era Champions League: o Bayern de Munique, famoso por não ter piedade dos seus adversários. O Como também conseguiu igualar a maior goleada do torneio em sua fase moderna (Liverpool 8 x 0 Besiktas, Real Madrid 8 x 0 Malmö). Com o detalhe de que ganhou por 9 a 1 fora de casa. Segundo o Mister Chip, isso rolou apenas outras quatro vezes na história da competição, contando a Copa dos Campeões. Todas elas haviam sido na primeira fase, quando times de ligas fortes enfrentavam nanicos. O Como humilhou o atual vice-campeão francês. Que jeito de estrear na Champions League.
- A defesa do Liverpool melhorou. E, mesmo assim, continua sujeita a um índice alto demais de patacoadas por metro quadrado. Os três gols do Fenerbahçe saíram assim: uma cobrança de falta que desviou na barreira que não deveria ter se desfeito; um desvio de cabeça de Cody Gakpo para trás que matou Alisson; e um balão para a área que encontrou a cabeça de Muriqi antes das dos defensores de vermelho. Para o Fenerbahçe, foi uma vitória imensa para começar com chave de ouro o trabalho de Dirk Kuyt, por enquanto apenas o técnico interino.
- O Monaco conseguiu uma vitória importante sobre o Nordsjaelland. Não na prática, porque havia começado a Conference League com seis pontos em seis possíveis, mas para não dar mais combustível para a imprensa francesa contestar o trabalho de Filipe Luis, que está há quatro rodadas sem vencer na Ligue 1. Os monegascos têm nove pontos, assim como Lugano, Panathinaikos e Twente. O Brighton tem sete, após uma ótima vitória como visitante contra o Getafe. Mohamed Salah passou em branco, e o Trabzonspor perdeu em casa para o Freiburg. A Atalanta não saiu do 1 a 1 com o Kairat e o Ajax enfiou 6 a 1 no Midtjylland.
- Jude Bellingham é… Jude Bellingham, Jobe pinta como um jovem cheio de potencial e, ponto para a genética, parece que o pai dos dois também é bom de bola. Mark Bellingham fez a sua estreia pelo time master da Inglaterra (mais de 50 anos) anotando sete gols em uma vitória por 13 a 1 sobre a Irlanda no último fim de semana. Se nunca chegou perto de vestir a camisa do Real Madrid, Mark teve uma carreira legal como jogador non-league (da quinta divisão inglesa para baixo). Uma matéria da BBC diz que marcou mais de 700 gols. Por quanto tempo vocês acham que Jude e Jobe vão ter que ouvir sobre esse jogo?
- Gianni Infantino terá um concorrente japonês à presidência da Fifa: Kozo Tashima. Ex-presidente da Federação Japonesa de Futebol (JFA), ex-jogador e ex-técnico, eTashima é um nome com bom respaldo e sua candidatura já nasce com o apoio da JFA. Segundo ele falou à TV japonesa, os outros apoios estão em negociação. Ele é um nome de mais peso que Ramon Veja, suíço que também se lançou candidato, mas não tem nenhum apoio. Tashima deve ter. E é possível até que a Uefa decida por apoiá-lo. A AFC, que mudou de posição depois de se mostrar crítica a Infantino, mudou de posição no mês passado, mas a candidatura de Tashima deve atrair votos da região. África e Conmebol apoiam Infantino, enquanto a Concacaf está dividida. Os candidatos precisam apresentar ao emnos cinco apoios de federações nacionais até o dia 18 de novembro, data limite para inscrição de candidatos. A eleição para presidente da Fifa será no dia 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos.
- O Real Madrid arrancou uma vitória de Real Madrid na Grécia. Foi contra o AEK, que não é um dos adversários mais difíceis desta fase, é verdade, mas foi um jogo daqueles que nos lembram como é o time merengue na competição. O jogo em Atenas foi duro. Aboubakary Koita fez um golaço e colocou o time em vantagem. Jude Bellingham, em grande fase, marcou um belo gol de letra para empatar. Só que Stavros Pilios marcou outro para os gregos. Kylian Mbappé, em temporada de Bola de Ouro, empatou logo depois. O ápice veio nos acréscimos, com Federico Valverde, que entrou no segundo tempo. Ele marcou um golaço de fora da área aos 47 e deu a vitória ao Real Madrid. Na prática, a vitória pode até nem valer tudo isso. Mas para um time em clara ascensão, é um bom motivo para deixar José Mourinho com um sorriso no rosto.
- O Napoli vive uma temporada difícil e os problemas começaram a se empilhar. Depois de perder da Juventus no fim de semana, os napolitanos tomaram uma traulitada por 4 a 1 do Porto em Portugal. Com direito a Kevin de Bruyne e Lorenzo Lucca batendo boca publicamente. E, pra completar o climão, Matteo Politano deu entrevista depois do jogo reclamando que sempre que o time perde, são os italianos que dão entrevista. No Brasil se fala que quando o clima no vestiário está ruim, é preciso um churrasco para melhorar. Em Nápoles, quem sabe uma bela pizzada, em um restaurante da cidade, pode ajudar?
- A Conference League segue com alguns dos principais times na ponta, mas com o Lugano, da Suíça, na liderança. São quatro times com três vitórias em três jogos: Lugano (que venceu o Kauno Zalgiris, da Lituânia), Panathinaikos (que venceu o CSKA Sofia), Twente (que venceu o Pafos) e Monaco (que bateu o Nordsjaelland). Destaque também para o Ajax, que venceu o Midtjylland por 6 a 1, destaque para Oscar Gloukh). A Conference League tem uma rodada a menos que Liga Europa e Champions League. São apenas seis jogos na fase de liga, diferente dos oito das demais.
NA EDIÇÃO ANTERIOR DA NEWSLETTER…
Na última edição, falamos sobre o Borussia Dortmund, que conseguiu mostrar umm bom caminho no clássico contra o Bayern de Munique fora de casa. Será que finalmente acharam o caminho de volta a ser competitivo? E também falamos sobre a vitória maiúscula do Milan no clássico de Milão, que expôs problemas da Inter.
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