Romário, 60 anos
O baixinho se tornou sexagenário e lembramos da importância de um dos grandes craques da nossa história
Newsletter Meiocampo #112 — 29 de janeiro de 2026
Calma, você não está maluco: hoje é quinta-feira e esta é uma edição especial da newsletter Meiocampo. Hoje, dia 29 de janeiro, é aniversário de um dos maiores craques da nossa história, Romário, que completa uma data redonda, 60 anos. E você sabe como a gente gosta de efeméride, né? Pois bem: resolvemos trazer dois conteúdos do nosso arquivo sobre o Peixe: o seu caráter de salvador da pátria e uma coletânea de frases icônicas, dignas da figura que é o eterno camisa 11. Aproveite!
Vale lembrar: as edições de terça-feira e eventuais extras são exclusivas para assinantes. Às sextas-feiras, continua o conteúdo gratuito aberto ao público. Sugestões, críticas, elogios, quer só mandar um abraço: contato@meiocampo.net.
Romário: a década em que a Seleção dependeu de um salvador
De 1990 a 2002, o Baixinho foi a resposta urgente – quebrada, solicitada ou ignorada – para as crises do Brasil
Por Felipe Lobo
A aura de que Romário poderia resolver qualquer problema da Seleção Brasileira não nasceu no tetra. Ela começou a ser gestada, dolorosamente, quatro anos antes, na Itália.
Em 1990, Romário já era uma estrela europeia no PSV, mas uma fratura na fíbula meses antes do Mundial quase o tirou da lista. Ele se recuperou em tempo recorde, mas chegou à Copa “no sacrifício”. Jogou apenas 65 minutos contra a Escócia. Nas oitavas de final contra a Argentina, assistiu do banco, impotente, Müller e Careca desperdiçarem chances claras antes do golpe fatal de Caniggia. Ali, ficava a sensação: “se ele estivesse inteiro, seria diferente”.





